A Cheia de Graça.
Olá amados! Tudo bem? Espero
que sim hein! O post de hoje é falando um pouquinho de Maria, então se liga na
fé porque a nossa meta é o céu.
A
cada um o Senhor dá graça proporcionada à dignidade a que o destina. A
Santíssima Virgem foi escolhida para ser Mãe de Deus, e, portanto o Altíssimo
capacitou-a com Sua graça. Antes de ser Mãe, foi adornada de uma santidade tão
perfeita que a pôs à altura dessa dignidade, da mesma forma que São Tomas
Aquino fala: “Bem-aventurada Virgem Maria, pelo fato de ser Mãe de Deus, tem uma
espécie de dignidade infinita.” Entre todas as mulheres de todos os tempos e de
todos os lugares, Deus escolheu Maria para ser Sua Mãe.
Todas
as criaturas revelam Deus, são como espelhos da divindade. Maria é um espelho
especialíssimo de Deus, diz São Tomás de Aquino. “Os outros santos, são
exemplos de virtudes particulares: um foi humilde, outro casto, outro
misericordioso, e assim nos são oferecidos como exemplos de uma virtude. Mas a
bem-aventurada Virgem é exemplo de todas as virtudes”.
Diz
Santo Afonso que Nossa Senhora revelou a Santa Isabel que quando era ainda
menina, no Templo de Jerusalém foi consagrada a Deus, e também revelou a Santa
Brígida que desde pequenina foi cheia de Espírito Santo e, à medida que crescia
em idade, aumentava também em graça.
Enquanto
Maria em sua humildade não se julgava digna nem mesmo de ser a serva da Mãe de
Deus, foi ela mesma a eleita para essa sublime dignidade. Foi por isso que Deus
escolheu Maria para Sua Mãe na terra, porque aqui não achou virgem mais santa e
perfeita que ela, foi essa “humildade”, tão profunda e real, que tanto encantou
o coração de Deus.
Quanto
mais reconhecemos nosso “nada”, mais Deus se faz “tudo” em nós. E assim como
Nossa Senhora, ainda menina, apresentou-se no Templo e se ofereceu totalmente a
Deus, apresentemo-nos também a ela, sem reservas, e peçamos-lhe que nos ofereça
a Deus.
Fiquem com Deus, Shalom!

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